terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

cada um é cada um

Graças a Deus que cada um pensa de um jeito diferente. Que saco que ia ser se todo mundo concordasse em tudo.


Karla Edelweiss

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

1,5 bi serão obsesos em 2015

Li esta matéria e fiquei preocupada. O que as pessoas esperam do futuro? Em um mundo cada vez mais junk, as pessoas estão se alimentando de forma errada e pagarão caro por isso no final.
Eu já vi esse filme e ainda me preocupo muito com a questão da compulsão alimentar.




Quase 1,5 bilhão de pessoas serão obesas em 2015, segundo a OMS

De Agencia EFE

Genebra, 1 fev (EFE).- Cerca de 1,5 bilhão de pessoas sofrerão com a obesidade em 2015 se não mudarem o estilo de vida e hábitos alimentares pouco saudáveis, diz uma pesquisa publicada hoje no boletim da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo o estudo, quase 400 mil cidadãos dos Estados Unidos falecerão devido a doenças coronárias em 2010, fazendo com que os efeitos dos avanços em medicina cardiovascular fiquem "estagnados" enquanto as pessoas continuarem engordando.

Para Simon Capewell, um dos autores do estudo, a metade das mortes previstas poderia ser evitada se as pessoas comessem de forma mais saudável e deixassem de fumar.

Desde os anos 70, as taxas de falecimentos por este tipo de doença caiu pela metade graças a reduções no consumo de colesterol e de tabaco, além do aumento da atividade física, lembrou o relatório.

No entanto, desde os anos 90, estas conquistas perderam força devido ao "dramático" crescimento no número de pessoas obesas e com diabetes.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

óculos escuros

Hoje de manhã caminhei até a padaria apenas de vestidinho lilás e havaianas da mesma cor. Coloquei meus óculos escuros e fui me sentindo bem livre, leve e solta. Descobri que existe uma associação maluca na minha cabeça que acontece sempre que coloco óculos escuros. Isso porque ele não tem grau. Então quando coloco eles sei que não vou dirigir e nem ler nada. Automaticamente isso me deixa feliz e relaxada.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

As emoções do primeiro aniversário

Tenho pensado muito e tentado relembrar cada um dos últimos doze meses. Completar um ano de cirurgia me traz uma grande alegria e muitos pensamentos. Posso dizer que as maiores conquistas vieram justamente nas últimas semanas porque eu realizei dois sonhos quase que simultaneamente.

Um deles foi comprar uma calça jeans tamanho 40. Dá para acreditar? Ela é cinza e tem strech. Confesso que no dia que usei pela primeira vez fiquei com muita vontade de fazer xixi. Fui várias vezes ao banheiro fazer xixi porque a calça ficou bem apertada hahahahahaha Mas depois me acostumei e obviamente que voltei na loja e comprei outras calças igualmente lindas.


Outra coisa muito legal é que comprei biquínis pela primeira vez na minha vida. Fui em uma loja lá em Ubatuba e escolhi um modelo liso para a parte de cima e três calcinhas diferentes que combinam com os tops.
 

 

 

 


A emoção de usar roupas tamanho M é indescritível. Muito legal ver pessoas que você sempre achou muito magra usando roupas que cabem em você. Outra coisa também muito importante é que consegui dar as minhas roupas para pessoas que realmente vão usar. Não queria dar as peças para quem fosse jogar no armário e não vestir. Adoro encontrar com as minhas amigas e vê-las usando minhas antigas roupas.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Avenida Paulista

Desde que voltei a ser mais uma na Avenida Paulista com mais frequencia encontro pessoas que não via há tempos.
Hoje saia do escritório quando cruzei com uma amiga no farol. Ficamos conversando por mais de uma hora em pé sem nos darmos conta de que o tempo voava.
Enquanto isso, passou outro amigo na rua com pressa, pois apesar de estar de bermuda e camiseta estava correndo para a academia.
Adoro as surpresas que a avenida mais importante da minha cidade me presenteia.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

os cinemas

Fui ao cinema três vezes nos últimos dias saí de lá bastante pensativa. O primeiro filme que vi foi Avatar. Rico em vários aspectos, talvez seja a coisa mais bem feita dos últimos anos porque tem literalmente um pouco de cada um dos mais modernos efeitos especiais. Além disso, a história é envolvente e toca de uma forma muito sensível a questão do meio ambiente, ou melhor, sua destruição. É emocionante, confesso que chorei em algumas partes e estou considerando seriamente a hipótese de assistir novamente. Recomendo a todos mesmo sendo uma pessoa que não costuma gostar de efeitos especiais ou filmes de aventura e ficção. E também acho um porre filmes com longos, mas sou obrigada a confessar que as três horas que fiquei sentada na sala escura com aqueles óculos malucos passaram rapidinho.

Outro filme foiAmor Sem Escalas com o lindo e maravilhoso George Clooney. Vários pontos mexeram comigo. O primeiro é a questão de ser a pessoa responsável pela demissão de outra. Recentemente eu demiti uma funcionária. A experiência não foi nada agradável e confesso que passei alguns dias “amuada” por causa da situação. A demissão era necessária, estava certa disso, mas mesmo assim foi muito triste passar por isso. O contato pessoal na hora da demissão ou em qualquer outra situação delicada é realmente importante ou podemos fazer isso via internet mesmo?

O protagonista viaja bastante e não tem porto certo ou então um lugar para chamar de casa. Ele vive em aviões, hotéis e em carros alugados. Em determinado momento do filme ele resolve de última hora ir ao casamento de uma das irmãs. No dia do jantar de ensaio ele se oferece para entrar com ela na igreja se ela quiser já que os pais deles não são mais vivos. Eis que a irmã agradece constrangida e diz que irá entrar de braços dados com o tio do noivo, que é quem tem apoiado muito o casal nos últimos anos. Não tinha lógica nenhuma ele entrar com a noiva já que ele mesmo não visitava a irmã há sete anos.

Além disso, os questionamentos sobre relacionamentos amorosos ou profissionais e suas expectativas são uma constante no filme. Será que as pessoas conseguem viver soltas no mundo? Por que será que as pessoas criam vínculos? O que é melhor: família, amor e um lar ou uma vida de caixeiro viajante desbravando as cidades? Os cartões de fidelidade são mais importantes do que a chave de casa e uma aliança no dedo?

Por fim, mas não menos importante assisti Abraços Partidos. Confesso que o nome do filme é lindo. Como não poderia deixar de ser, ele aborda as relações humanas e suas peculiaridades. Penelope Cruz arrasa em várias passagens e mostra sua competência ao convencer o telespectador de que ela realmente precisa abandonar seu marido velho e rico e seguir seu coração. Literalmente um filme dentro de outro filme (Garotas e Malas), a história de Almodóvar faz com que as cenas sejam repetidas várias vezes e você assiste a tudo como se fosse a primeira vez porque cada nova informação faz com que os trechos fiquem completamente diferentes.

O filme é cortado por sons, em especial, porque o personagem principal ficou cego depois de um acidente de carro. Sexo, drogas, pais e filhos, música e silêncio, luz, amores fáceis, risos, confusões emocionais, lágrimas, beijos e muitos abraços também estão lá como em todo bom filme de Almodóvar.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Primeira dor de estômago

Não sei se já comentei aqui que tenho claustrofobia. Não é uma coisa aguda, mas evito ficar em lugares apertados, cheios de pessoas ou sufocantes.
Eis que dia desses estava voltando do almoço quando peguei o elevador e apertei o botão do 13º andar. Estávamos ao todo umas sete pessoas dentro da máquina. O elevador subiu direto do térreo ao 18º andar sem parar. Não contente ele apagou lá em cima e não abriu nenhuma porta.
As pessoas começaram a apertar os botões e na sequência ele desceu um andar, mas permaneceu com os botões apagados e sem se mover. Depois de algum tempo, que mais pareceu uma vida inteira, ele começou a descer e foi direto ao segundo subsolo do prédio.
Obviamente que assim que ele parou e abriu as portas, saí correndo e fiquei esperando na garagem o outro elevador.
Nisso, meu almoço já estava quase saindo da minha barriga, eu estava branca e suava frio. Fiquei alguns minutos lá na garagem até que finalmente o elevador chegou e eu consegui subir para o 13º andar novamente.
Fiquei na minha mesa um pouco voltando a minha respiração ao normal e logo comecei a sentir dores de estômago. Fiquei enjoada e com dores. E assim foi o dia todo. É muito ruim ter dores de estômago depois da cirurgia. Nunca tinha sentido e me senti mais frágil porque o medo e o nervoso conseguiram pela primeira vez fazer com que eu sentisse a dor.